A Organização Internacional do Açúcar (OIA) projeta que o mercado global da commodity registrará um déficit de 0,262 milhão de toneladas na safra 2026/27. A previsão é sustentada por uma queda esperada de 2 milhões de toneladas na produção mundial, agravada por incertezas climáticas. O cenário contrasta com a temporada 2025/26, que teve seu superávit revisado para 2,244 milhões de toneladas. O aumento nos preços do petróleo, motivado por tensões no Golfo Pérsico, tem elevado a demanda por biocombustíveis, levando países como Brasil e Índia a considerar o aumento da mistura de etanol na gasolina. Essa mudança de foco na produção, priorizando o etanol em detrimento do açúcar, torna-se um fator determinante para o equilíbrio da oferta global e a volatilidade dos preços nos próximos anos.
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