O setor sucroenergético brasileiro prepara-se para uma safra recorde de 41,4 bilhões de litros de etanol no ciclo 2026/27. Segundo projeções da Datagro e da Conab, a produção de cana-de-açúcar deve superar a marca de 700 milhões de toneladas, com as usinas priorizando a fabricação de biocombustível em detrimento do açúcar, dada a atual competitividade do produto no mercado. Essa estratégia ocorre em um cenário de desequilíbrio global, onde o mundo enfrenta um déficit estimado de 3,17 milhões de toneladas de açúcar, agravado por quebras de safra na Tailândia e na Europa, além de impactos climáticos do El Niño. A relevância do Brasil como player central é reforçada pela crescente demanda internacional por fontes de energia renováveis, especialmente para os setores de aviação e transporte marítimo, que buscam alternativas sustentáveis para descarbonização.
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