A relação entre Washington e Havana atingiu um ponto crítico sob a gestão do presidente Donald Trump. O governo americano tem intensificado a pressão sobre a ilha, utilizando drones e voos de vigilância, além de sinalizar a possibilidade de uma intervenção militar. O cenário é agravado por uma crise energética severa em Cuba, que sofre com apagões prolongados após sanções dos EUA a fornecedores de petróleo. Em paralelo, o governo dos EUA planeja indiciar o ex-presidente Raúl Castro por um incidente aéreo de 1996. Embora o diretor da CIA, John Ratcliffe, tenha visitado Havana para discutir cooperação, a oferta de US$ 100 milhões em ajuda humanitária permanece em impasse, com o governo cubano exigindo o fim do embargo econômico como condição para qualquer avanço diplomático.
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