Tensão entre EUA e Cuba escala com ameaças militares e vigilância
O governo Trump intensifica pressão sobre Cuba após relatos de aquisição de drones militares pela ilha e crise energética severa.
Pontos principais
- Cuba teria adquirido mais de 300 drones militares da Rússia e do Irã desde 2023.
- O governo Trump sinaliza a possibilidade de intervenção militar devido à proximidade de tecnologia hostil.
- EUA planejam indiciar o ex-presidente Raúl Castro por um incidente aéreo de 1996.
- O diretor da CIA, John Ratcliffe, visitou Havana para negociar condições de segurança e economia.
- Cuba enfrenta apagões severos após sanções americanas a fornecedores de petróleo.
A relação entre Washington e Havana atingiu um ponto crítico sob a gestão do presidente Donald Trump. O governo americano intensificou a vigilância aérea e a pressão diplomática após relatos de que Cuba teria adquirido centenas de drones militares da Rússia e do Irã, além de contar com a presença de conselheiros iranianos. A administração Trump classifica a presença dessa tecnologia a 90 milhas da costa americana como uma ameaça crescente, agravada pela experiência de soldados cubanos em táticas de drones na Ucrânia. Paralelamente, o Departamento de Justiça planeja indiciar o ex-presidente Raúl Castro por um incidente aéreo de 1996. Embora o diretor da CIA, John Ratcliffe, tenha visitado Havana para discutir cooperação, a crise energética na ilha e o impasse sobre o embargo econômico mantêm as tensões em um nível elevado.
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