O governo dos Estados Unidos mantém monitoramento rigoroso sobre Cuba após relatórios de inteligência indicarem a aquisição de mais de 300 drones de combate provenientes da Rússia e do Irã. A presença de assessores militares iranianos na ilha e a cooperação de Havana com Moscou no conflito na Ucrânia elevaram a preocupação em Washington, que identifica possíveis planos contra a base de Guantánamo e a Flórida. Em resposta, o diretor da CIA, John Ratcliffe, realizou uma missão diplomática em Havana para transmitir um alerta direto ao governo cubano. Embora a administração do presidente Donald Trump estude a implementação de novas sanções econômicas e o indiciamento de Raúl Castro por eventos de 1996, a avaliação atual da inteligência americana é de que não existe uma ameaça imediata de ataque, mantendo-se canais de diálogo para evitar uma escalada militar.
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