Decisão de zerar a alíquota sobre encomendas internacionais coloca o Brasil em direção oposta às práticas adotadas por EUA e União Europeia.
O governo brasileiro oficializou a revogação da taxação sobre compras internacionais de baixo valor, uma decisão que marca uma mudança significativa na política tributária para o comércio eletrônico. A medida coloca o país em uma trajetória distinta da observada em grandes economias globais, como os Estados Unidos e os membros da União Europeia, que têm adotado estratégias para aumentar a arrecadação e o controle sobre o fluxo de mercadorias transfronteiriças. Enquanto blocos internacionais avançam na implementação de taxas para equilibrar o mercado, o Brasil optou por desonerar essas transações. A mudança gera expectativas sobre o impacto direto na competitividade do varejo nacional, que enfrenta desafios para equiparar preços e condições de entrega com grandes plataformas estrangeiras. Analistas apontam que a decisão deve intensificar as discussões sobre a proteção da indústria local e a regulação do consumo digital no país.
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