O Ministério Público Federal (MPF) intensificou as medidas contra o leilão de reserva de capacidade de energia realizado em março de 2026, solicitando à Justiça não apenas a suspensão do certame, mas também o impedimento imediato da assinatura dos contratos. O órgão aponta irregularidades na modelagem do pregão e nos preços fixados pelo governo, estimando um impacto financeiro de R$ 515 bilhões para o setor na próxima década. A preocupação central do MPF é o repasse desses custos aos consumidores, com projeções de aumento de 10% nas tarifas residenciais e de até 20% para o setor industrial. A iniciativa busca resguardar a competitividade da indústria nacional e o poder de compra das famílias, exigindo maior transparência e equilíbrio econômico antes que qualquer acordo seja formalizado pelo governo federal.
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