A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) ingressou com uma Ação Civil Pública visando a suspensão dos contratos decorrentes do leilão de reserva de capacidade realizado em março. A entidade aponta falhas graves no processo, incluindo falta de transparência, indícios de baixa concorrência e custos elevados que impactariam negativamente o consumidor final. O leilão, que teve como vencedoras companhias como Eneva, Âmbar Energia e Petrobras, já está sob o escrutínio de órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União (TCU), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Ministério Público Federal (MPF). Diante das investigações, a Aneel suspendeu a homologação dos resultados. A Fiesp argumenta que a anulação do certame e a realização de uma nova licitação com critérios mais competitivos são medidas necessárias para assegurar a eficiência do setor elétrico brasileiro.
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