O Ministério Público de Santa Catarina solicitou o arquivamento do inquérito que investigava a suposta morte do cão Orelha por agressões cometidas por adolescentes. Após análises técnicas, incluindo laudos de exumação e o exame de registros em vídeo, o órgão concluiu que o animal sofria de uma infecção óssea severa, sendo esta a causa real do óbito. A decisão contrapõe a conclusão inicial da Polícia Civil, que apontava um menor como responsável pelas agressões fatais, e encerra a tese de maus-tratos. Além do arquivamento, a promotoria determinou o envio de documentos à Corregedoria da Polícia Civil para investigar eventuais falhas e inconsistências temporais observadas durante a condução do caso. Em resposta, a Polícia Civil declarou que manteve sua independência na investigação, ressaltando que a decisão final sobre o oferecimento de denúncias é uma prerrogativa exclusiva do Ministério Público.
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