Justiça arquiva caso do cão Orelha em Santa Catarina
Ministério Público concluiu que o animal faleceu por problemas de saúde e não por agressão, levando ao arquivamento do processo pela Justiça.
Pontos principais
- A Vara da Infância e Juventude de Florianópolis atendeu ao pedido de arquivamento do Ministério Público.
- Investigações técnicas analisaram cerca de dois mil arquivos, incluindo vídeos e laudos.
- O Ministério Público constatou que os adolescentes investigados não estavam no local do incidente.
- Laudos veterinários confirmaram que o cão sofria de uma condição grave e preexistente que levou à eutanásia.
A Justiça de Santa Catarina determinou o arquivamento do caso envolvendo a morte do cão Orelha, após o Ministério Público concluir que não houve crime de maus-tratos por parte dos adolescentes investigados. A decisão foi tomada pela Vara da Infância e Juventude de Florianópolis, que analisou um extenso conjunto probatório composto por cerca de dois mil arquivos, entre vídeos e laudos técnicos. As investigações demonstraram que os jovens não estavam presentes no local no momento da suposta agressão. Além disso, perícias veterinárias indicaram que o animal possuía uma condição de saúde grave e preexistente, sendo submetido à eutanásia por razões clínicas. O caso, que tramitava sob segredo de Justiça, é encerrado sem a imputação de responsabilidade aos envolvidos, esclarecendo as circunstâncias que geraram comoção pública.
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