A entrada em vigor da primeira fase da reforma tributária brasileira, prevista para janeiro de 2027, tem gerado um alerta entre especialistas quanto ao comportamento dos preços ao consumidor. A transição para o novo modelo tributário impacta diretamente a estrutura de custos de diversos setores da economia, criando um cenário onde reajustes podem ser repassados de forma desproporcional. O receio é que empresas utilizem a mudança legislativa como justificativa para aumentos abusivos, o que exige uma atuação rigorosa dos órgãos de defesa do consumidor e do governo para garantir a transparência e a proteção do poder de compra da população. A eficácia da fiscalização será determinante para assegurar que a reforma cumpra seu papel de modernização sem gerar uma inflação artificial durante o período de adaptação das empresas ao novo sistema de tributação.
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