O ECA Digital estabeleceu novas diretrizes que alteram significativamente o mercado de publicidade voltada ao público infantil. A norma veda a coleta de dados pessoais de crianças e adolescentes para fins de segmentação, forçando marcas e influenciadores a abandonarem modelos baseados em performance individualizada. Para manter a viabilidade das campanhas, o setor deve adotar a tecnologia contextual, que permite a exibição de anúncios sem a necessidade de rastrear o comportamento ou armazenar informações sensíveis dos menores. Especialistas reforçam que a publicidade para esse público continua permitida, desde que as empresas garantam total segurança jurídica e conformidade normativa. O impacto imediato no mercado será a necessidade de uma adaptação técnica rigorosa, visando alinhar as estratégias de marketing à proteção da privacidade da audiência infantil sem interromper o fluxo de anúncios.
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