ECA Digital proíbe coleta de dados de menores para publicidade
Novas diretrizes do ECA Digital restringem o uso de dados pessoais de crianças para segmentação publicitária, incentivando a tecnologia contextual.
Pontos principais
- A coleta de dados pessoais de menores para fins de segmentação publicitária está proibida.
- Marcas e influenciadores devem migrar de modelos de performance para estratégias de proteção à privacidade.
- A tecnologia contextual é a alternativa recomendada para manter campanhas sem violar normas.
- A publicidade infantil permanece permitida, desde que em conformidade com as novas exigências legais.
O ECA Digital estabeleceu novas diretrizes que alteram significativamente o mercado de publicidade voltada ao público infantil. A norma veda a coleta de dados pessoais de crianças e adolescentes para fins de segmentação, forçando marcas e influenciadores a abandonarem modelos baseados em performance individualizada. Para manter a viabilidade das campanhas, o setor deve adotar a tecnologia contextual, que permite a exibição de anúncios sem a necessidade de rastrear o comportamento ou armazenar informações sensíveis dos menores. Especialistas reforçam que a publicidade para esse público continua permitida, desde que as empresas garantam total segurança jurídica e conformidade normativa. O impacto imediato no mercado será a necessidade de uma adaptação técnica rigorosa, visando alinhar as estratégias de marketing à proteção da privacidade da audiência infantil sem interromper o fluxo de anúncios.
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