Cármen Lúcia: mulher levaria 18 anos para presidir TSE
A ministra Cármen Lúcia afirmou que uma mulher nomeada hoje para o STF levaria 18 anos para presidir o TSE, destacando a falta de paridade de gênero.
Pontos principais
- Cármen Lúcia declarou que uma mulher nomeada agora para o STF levaria 18 anos para presidir o TSE.
- A afirmação foi feita durante a sessão plenária do STF na quinta-feira (7).
- A ministra ressaltou que a situação demonstra a distância para alcançar a paridade de gênero na corte.
- A fala ocorreu após uma homenagem do ministro Dias Toffoli pelo fim da gestão de Cármen Lúcia no TSE.
- Cármen Lúcia encerrou sua gestão na presidência do Tribunal Superior Eleitoral.
A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que uma mulher nomeada para a corte atualmente levaria 18 anos para assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A declaração foi feita durante a sessão plenária do STF na quinta-feira (7), após uma homenagem do ministro Dias Toffoli pelo encerramento da gestão de Cármen Lúcia na presidência do TSE.
Em sua fala, a ministra ressaltou que a situação evidencia a grande distância que ainda existe para alcançar a paridade de gênero nas altas esferas do Judiciário brasileiro. Cármen Lúcia encerrou oficialmente sua gestão no TSE nesta manhã, e o ministro Kassio Nunes Marques assumirá a presidência do tribunal na próxima semana.
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