A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, propôs a criação de "brigadas eleitorais para candidatas mulheres" para as eleições de 2026. A sugestão foi feita durante uma aula magna na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde a ministra abordou a violência contra a mulher. A iniciativa tem como foco combater a crescente violência política de gênero que afeta mulheres na política brasileira.
A ideia das brigadas eleitorais é similar ao modelo das brigadas Maria da Penha, que atuam no enfrentamento à violência doméstica. Cármen Lúcia presidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições municipais de 2024, consideradas por ela como bem-sucedidas, e deixou a presidência do TSE em 14 de abril, sendo sucedida pelo ministro Nunes Marques.
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