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Cármen Lúcia critica demora para mulheres no TSE

A ministra Cármen Lúcia destacou a disparidade de gênero no judiciário, afirmando que uma mulher nomeada hoje para o STF levaria 18 anos para se tornar ministra do TSE.

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Foto: Folha de São Paulo - Política
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07/05 às 17:35

Pontos principais

  • Cármen Lúcia criticou a demora para mulheres alcançarem posições de destaque no judiciário brasileiro.
  • Ela afirmou que uma mulher nomeada agora para o STF levaria 18 anos para se tornar ministra do TSE.
  • A declaração ocorreu durante sessão plenária do STF, após homenagem de Dias Toffoli.
  • A homenagem marcou o encerramento da gestão de Cármen Lúcia à frente do TSE.
  • Kassio Nunes Marques assumirá a presidência do TSE na próxima semana.

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a disparidade de gênero no judiciário brasileiro, afirmando que uma mulher nomeada hoje para o STF levaria 18 anos para se tornar ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A declaração foi feita durante a sessão plenária do STF, após uma homenagem do ministro Dias Toffoli que marcou o encerramento da gestão de Cármen Lúcia à frente do TSE.

Cármen Lúcia ressaltou que a situação demonstra a distância para a paridade de gênero em posições de destaque. Na próxima semana, o ministro Kassio Nunes Marques assumirá a presidência do TSE.

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