A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a disparidade de gênero no judiciário brasileiro, afirmando que uma mulher nomeada hoje para o STF levaria 18 anos para se tornar ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A declaração foi feita durante a sessão plenária do STF, após uma homenagem do ministro Dias Toffoli que marcou o encerramento da gestão de Cármen Lúcia à frente do TSE.
Cármen Lúcia ressaltou que a situação demonstra a distância para a paridade de gênero em posições de destaque. Na próxima semana, o ministro Kassio Nunes Marques assumirá a presidência do TSE.
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