A Polícia Federal revelou que o esquema de fraudes em contratos da Secretaria de Educação, que levou à prisão do deputado Thiago Rangel, se estendeu por todo o Rio de Janeiro.
A Polícia Federal (PF) informou que o esquema de fraudes em contratos de reformas e serviços em escolas públicas, que resultou na prisão do deputado estadual Thiago Rangel (Avante), se estendeu por todo o estado do Rio de Janeiro. A Operação Unha e Carne, em sua quarta fase, prendeu Rangel sob suspeita de envolvimento em desvio de recursos públicos e manipulação de licitações na Secretaria de Estado de Educação (Seeduc).
Segundo a PF, Rangel era uma peça central do esquema em sua região de influência, utilizando sua posição política para nomear aliados e interferir em contratos. A investigação revelou que o patrimônio do deputado cresceu de R$ 92 mil em 2019 para R$ 3,1 milhões em 2023. Além de Rangel, outras seis pessoas foram presas, e a PF identificou conversas em celulares que indicam a articulação com empresários e pagamentos paralelos.
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