Senadores governistas admitem que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública não deve avançar no Senado antes das eleições de outubro. A proposta, que era uma prioridade do governo, está parada e ainda não iniciou sua tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), dependendo de decisões do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que tem evitado dar andamento ao tema. O travamento da PEC é atribuído ao momento político atual, à complexidade da proposta e à proximidade do calendário eleitoral.
Diante do cenário, o governo redirecionou seu foco para a pauta do fim da escala 6x1, considerada de maior apelo popular e menor resistência política. O adiamento da PEC também alivia a pressão sobre o presidente Lula para recriar o Ministério da Segurança Pública, uma promessa de campanha condicionada à aprovação do texto.
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