O Banco Central do Brasil decidiu cortar a taxa básica de juros, a Selic, em 0,25 ponto percentual, fixando-a em 14,5% ao ano. Esta é a segunda redução consecutiva, ocorrendo mesmo com as expectativas de inflação se distanciando da meta para o ano corrente e os próximos, influenciadas pelo conflito no Oriente Médio.
Apesar do cenário inflacionário, o Comitê de Política Monetária (Copom) considerou a redução como a decisão mais adequada, visando a desaceleração econômica após um período prolongado de Selic em 15% ao ano. A autoridade monetária manteve uma postura cautelosa, sem indicar os próximos passos para a política de juros, e levou em conta a incerteza do cenário externo, incluindo a política econômica dos EUA, e a moderação da atividade econômica doméstica.
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