O Banco Central, via ata do Copom, indicou que a guerra no Oriente Médio elevou as expectativas de inflação, exigindo juros restritivos sem novas indicações sobre a Selic.
O Banco Central do Brasil, por meio da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), sinalizou que a guerra no Oriente Médio elevou as expectativas de inflação no país, justificando a manutenção de uma política de juros restritiva. A taxa básica de juros (Selic) foi reduzida de 15% para 14,75% ao ano, no primeiro corte em quase dois anos, mas o Copom optou por não dar indicações sobre os próximos passos, citando a incerteza do cenário.
A instituição enfatizou a necessidade de cautela e serenidade na condução da política monetária, considerando o impacto da política fiscal e a esperada desaceleração da atividade econômica. As decisões sobre a Selic são baseadas em projeções futuras de inflação, com um horizonte de impacto de 6 a 18 meses.
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