Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, foi capturado e preso em Nova York em 3 de janeiro, após um ataque militar dos Estados Unidos ao território venezuelano. O incidente, que resultou em mais de 100 mortes, marcou o primeiro ataque estrangeiro em solo venezuelano em mais de um século e foi o desfecho de uma série de erros de cálculo por parte de Maduro.
Maduro havia subestimado repetidamente as intenções do governo Trump, apesar da presença de uma armada dos EUA e planos do Pentágão cercando a Venezuela. Ele recusou propostas de Trump para ir a Washington e uma oferta de exílio na Turquia, insistindo em negociar um acordo. A captura de Maduro e sua esposa, Cilia Flores, e sua subsequente prisão sob acusações federais, redefinem o papel dos EUA na América Latina, inaugurando uma era de "diplomacia de canhoneira".
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