O governo Lula liberou R$ 2,3 bilhões em emendas parlamentares para senadores nas semanas que antecederam a votação da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). A movimentação ocorreu entre 10 de abril e a rejeição de Messias, em uma tentativa de angariar apoio para sua nomeação. Senadores tanto da oposição quanto da base governista foram beneficiados, incluindo nomes como Romário, Wellington Fagundes, Marcos do Val, Cid Gomes e Weverton Rocha.
Apesar da liberação substancial de recursos, a indicação de Jorge Messias foi rejeitada com 42 votos contrários e 34 a favor. A derrota expôs a falta de coesão na base governista, com senadores que receberam emendas, como Cid Gomes (R$ 54,1 milhões), se ausentando ou votando contra. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que recebeu R$ 15,5 milhões em emendas individuais, é apontado como um dos articuladores nos bastidores para barrar a indicação.
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