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Governo Lula libera R$ 2,3 bi em emendas antes de derrota de Messias

O governo Lula liberou R$ 2,3 bilhões em emendas parlamentares a senadores nas semanas que antecederam a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF.

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Foto: InfoMoney
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02/05 às 09:04

Pontos principais

  • O governo Lula liberou R$ 2,3 bilhões em emendas parlamentares ao Senado entre 10 de abril e a votação de Jorge Messias.
  • A liberação visava angariar apoio para a indicação de Messias ao Supremo Tribunal Federal.
  • Senadores da oposição e da base governista, incluindo Romário, Cid Gomes e Davi Alcolumbre, foram contemplados com as emendas.
  • Apesar da liberação das verbas, a indicação de Jorge Messias foi rejeitada com 42 votos contrários e 34 a favor.
  • A derrota evidenciou ausências e votos contrários de senadores que receberam emendas, como Cid Gomes.

O governo Lula liberou R$ 2,3 bilhões em emendas parlamentares para senadores nas semanas que antecederam a votação da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). A movimentação ocorreu entre 10 de abril e a rejeição de Messias, em uma tentativa de angariar apoio para sua nomeação. Senadores tanto da oposição quanto da base governista foram beneficiados, incluindo nomes como Romário, Wellington Fagundes, Marcos do Val, Cid Gomes e Weverton Rocha.

Apesar da liberação substancial de recursos, a indicação de Jorge Messias foi rejeitada com 42 votos contrários e 34 a favor. A derrota expôs a falta de coesão na base governista, com senadores que receberam emendas, como Cid Gomes (R$ 54,1 milhões), se ausentando ou votando contra. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que recebeu R$ 15,5 milhões em emendas individuais, é apontado como um dos articuladores nos bastidores para barrar a indicação.

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