O governo federal empenhou R$ 12 bilhões em emendas parlamentares durante o mês de abril. A medida ocorre em um período estratégico, antecedendo a sabatina de Jorge Messias, indicado pelo presidente Lula para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Do montante total empenhado, R$ 10,7 bilhões correspondem a uma parcela das emendas obrigatórias previstas para o primeiro semestre de 2026, que somam R$ 17,3 bilhões.
A indicação de Messias gerou atritos entre o governo e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que apoiava outro nome. Partidos como PL, MDB e PSD foram os que mais receberam recursos empenhados, com destaque para senadores como Eduardo Braga, Romário e Jader Barbalho. Apesar do volume significativo de empenhos, o ritmo de pagamento das emendas obrigatórias do primeiro semestre ainda é lento, com apenas 2,28% do total quitado até o momento.
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