O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, criticou veementemente a ampliação das sanções impostas pelos Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump. Díaz-Canel classificou as medidas como um ato de desestabilização regional e coerção econômica, que afeta gravemente a população cubana. As sanções, ampliadas por ordem executiva, visam setores-chave da economia cubana e ameaçam instituições financeiras que mantenham relações com a ilha, forçando uma escolha entre operar com Cuba ou ter acesso ao mercado dos EUA.
O líder cubano conclamou governos mundiais a não tolerarem o que ele descreveu como "abuso", argumentando que o bloqueio é a principal causa dos problemas enfrentados pelo povo cubano. As sanções, particularmente o cerco energético, têm provocado uma grave crise em Cuba, resultando em apagões frequentes, limitações no transporte e desabastecimento de produtos essenciais.
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