A Polícia Federal avalia a proposta de delação premiada de Virgílio de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS, detalhando supostas fraudes em empréstimos consignados envolvendo o Banco Master.

A Polícia Federal está analisando a proposta de delação premiada de Virgílio de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS, que detalha um esquema de fraudes em empréstimos consignados. As informações apresentadas por Oliveira Filho, preso desde novembro na 4ª fase da Operação Sem Desconto, envolvem o Banco Master, que é apontado como pioneiro nas irregularidades. A delação será enviada ao ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal (STF), relator das investigações.
Oliveira Filho, que era chefe da área jurídica do INSS, possui conhecimento sobre o funcionamento do esquema e o possível envolvimento de políticos. Ele é acusado de receber R$ 11,9 milhões de empresas ligadas às associações investigadas. O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, também está preso e negocia um acordo de delação premiada, enquanto uma Medida Provisória, apelidada de "MP do Master", teria beneficiado o banco durante o governo Bolsonaro.
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