O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a continuidade do inquérito das fake news, argumentando que a desinformação representa o principal instrumento de ataque à Justiça e às eleições. Segundo Moraes, a investigação foi crucial para identificar uma organização criminosa que visava a ruptura institucional, conforme detalhado em relatório sobre os atos de 8 de janeiro.
Moraes enfatizou que a disseminação de notícias fraudulentas contra o Judiciário e seus membros é a forma mais prejudicial de atacar a independência dos juízes, com o objetivo de desacreditar magistrados, deslegitimar o Judiciário e questionar as eleições democráticas. O inquérito foi ampliado para incluir ameaças, denunciações caluniosas, vazamento de informações sigilosas e esquemas de financiamento de campanhas digitais, com a Polícia Federal mapeando um grupo político estruturado como organização criminosa.
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