O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, explicou que o abraço no AGU Jorge Messias foi um "princípio de educação", negando apoio à sua indicação ao STF.
O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, justificou o abraço dado no advogado-geral da União, Jorge Messias, durante a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O gesto gerou críticas de apoiadores bolsonaristas nas redes sociais, levando Cavalcante a publicar um vídeo explicando que o cumprimento foi um "princípio de educação" e não um sinal de apoio político.
Cavalcante reafirmou que, apesar do gesto, o Partido Liberal no Senado votará contra a indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Messias foi indicado pelo presidente Lula para preencher a vaga deixada pela aposentadoria de Luís Roberto Barroso, e sua votação no Senado é esperada para ser apertada.
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