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Alcolumbre e Messias discutem sabatina para vaga no STF

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, se reuniram para tratar da sabatina de Messias ao Supremo Tribunal Federal, que ocorrerá na quarta-feira (29).

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Foto: G1 Política
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28/04 às 11:02 · atualizado 29/04 às 01:02

Pontos principais

  • Davi Alcolumbre (presidente do Senado) e Jorge Messias (Advogado-Geral da União) se encontraram em Brasília para discutir a sabatina de Messias ao STF.
  • A sabatina de Jorge Messias, indicado por Lula para a vaga de Luis Roberto Barroso, está agendada para quarta-feira (29) na CCJ do Senado.
  • O governo Lula busca um gesto público de apoio de Alcolumbre para a indicação de Messias, visando angariar votos no Senado.
  • Alcolumbre não prometeu votos, mas garantiu um processo institucional e um ambiente sem sobressaltos para a sabatina.
  • O presidente do Senado manifestou irritação com o vazamento de um encontro com Messias na casa do ministro Cristiano Zanin.
  • O governo intensificou a articulação com senadores, negociando cargos e liberando R$ 12 bilhões em emendas parlamentares para garantir a aprovação.
  • Messias ainda busca votos para uma margem folgada de aprovação, com muitos senadores aguardando um sinal de Alcolumbre.
  • A disputa pela aprovação de Messias é acirrada entre governo e oposição, com votação secreta em ambas as etapas (CCJ e plenário).
  • O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, acompanhará Messias durante a sabatina como gesto de apoio.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o Advogado-Geral da União (AGU), Jorge Messias, se reuniram em Brasília para discutir a sabatina de Messias no Senado. Messias é o indicado do presidente Lula para ocupar a vaga de Luis Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF), e sua sabatina está marcada para quarta-feira (29) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O encontro ocorreu após cinco meses da indicação de Messias, que tem intensificado visitas a senadores em busca dos 41 votos necessários para sua aprovação.

Durante a reunião, que também contou com a presença de ministros do STF e do senador Rodrigo Pacheco, foi abordado o cenário político no Senado, com a lembrança de que sabatinas recentes não resultaram em placares folgados. Interlocutores de Alcolumbre afirmaram que ele não prometeu votos, mas assegurou um processo institucional e um ambiente sem sobressaltos para a avaliação da indicação. O governo Lula, por sua vez, busca um apoio público de Alcolumbre, membro do União Brasil-AP, para a indicação de Messias, considerando essa declaração crucial para destravar votos no Senado. A indicação de Messias por Lula gerou atrito com Alcolumbre, que apoiava Rodrigo Pacheco para a vaga.

Alcolumbre, no entanto, manifestou irritação com o vazamento de um encontro com Jorge Messias na residência do ministro do STF, Cristiano Zanin, que também teve a presença de Rodrigo Pacheco e Alexandre de Moraes. O presidente do Senado tem afirmado a aliados que não houve aproximação com Messias, apesar do encontro, que ocorreu às vésperas da sabatina. Enquanto isso, o governo intensificou a articulação com senadores, negociando cargos e liberando R$ 12 bilhões em emendas parlamentares na tentativa de garantir a aprovação de Messias, que ainda busca votos para uma margem folgada, com muitos senadores aguardando um sinal de Alcolumbre. A disputa pela aprovação de Messias é acirrada entre governo e oposição, com a votação sendo secreta em ambas as etapas (CCJ e plenário), e o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, acompanhará Messias durante a sabatina como gesto de apoio.

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