A inadimplência no sistema bancário brasileiro tem gerado preocupação, especialmente no curto prazo, conforme análises da XP Investimentos e Bradesco BBI. Dados do Banco Central de março de 2026 revelam um crescimento resiliente do crédito, mas com uma piora na inadimplência de 15 a 90 dias, principalmente no cheque especial para pessoas físicas. Embora a inadimplência acima de 90 dias tenha recuado levemente, a atenção se volta para os indicadores de estágio inicial, considerados preditores de deterioração futura.
Setores como consignado do INSS, consignado privado, crédito rural, financiamento imobiliário e capital de giro de longo prazo apresentaram uma deterioração mais relevante. Contudo, a visão geral é de que a qualidade dos ativos não atingiu níveis alarmantes, e um novo programa de renegociação de dívidas para pessoas físicas de baixa renda é visto como um fator positivo para a liquidez do sistema. A situação exige acompanhamento próximo, mas não aponta para um cenário de deterioração sistêmica.
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