O Banco Inter enfrenta forte pressão no mercado financeiro após a divulgação de resultados do primeiro trimestre, que revelaram uma deterioração na qualidade de sua carteira de crédito. Com a inadimplência acima de 90 dias alcançando 5,1% e o custo do risco subindo para 5,6%, as ações da instituição despencaram 14,54% na Nasdaq, atingindo o patamar mais baixo dos últimos três anos. Analistas do BTG Pactual apontaram que o aumento dos atrasos e a redução do índice de cobertura de provisões para 131% sinalizam riscos operacionais crescentes. Além da pressão sobre o capital e o Índice de Basileia, o banco apresentou desempenho abaixo do esperado em receitas de serviços e no InterShop. Embora tenha reportado lucro líquido de R$ 395 milhões e ROE de 15,5%, a instituição enfrenta um cenário de ceticismo dos investidores sobre a sustentabilidade de sua estratégia de expansão.
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