O governo federal pagou R$ 2,4 bilhões em emendas parlamentares após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF e votação de minerais críticos.
O governo federal intensificou o pagamento de emendas parlamentares, liberando R$ 2,4 bilhões em uma única semana. A medida foi adotada logo após a derrota política sofrida pelo Palácio do Planalto no Senado, que rejeitou a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) por 42 votos a 34, mesmo após o empenho de R$ 12 bilhões em recursos antes da votação. A liberação de verbas também ocorreu em um momento estratégico para o Executivo, coincidindo com a tramitação e aprovação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos na Câmara dos Deputados. Segundo dados do Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento (Siop), o volume total de emendas pagas até o dia 7 de maio de 2026 chegou a quase R$ 3 bilhões, com uma distribuição marcada por disparidades regionais, destacando-se o montante expressivo direcionado ao Rio de Janeiro.
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