O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estabeleceu uma condição clara para qualquer diálogo com o Irã, afirmando que não há razão para um encontro a menos que o país persa concorde em nunca possuir armas nucleares. Trump sugeriu que o Irã pode telefonar para negociar o fim da guerra, mas considerou insuficiente uma proposta iraniana mediada pelo Paquistão sobre a reabertura do Estreito de Ormuz.
Em meio a essas tensões, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, viajou à Rússia para se encontrar com Vladimir Putin, buscando apoio. Paralelamente, o líder do Hezbollah, Naim Qassem, rejeitou veementemente as negociações diretas propostas entre Líbano e Israel, classificando-as como um "pecado grave". O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, reforçou que Teerã não aceitará negociações impostas sob ameaças ou bloqueio, aprofundando a complexidade da crise no Oriente Médio.
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