O presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos estão próximos de um desfecho nas negociações com o Irã, descrevendo o processo como estando em seus 'estágios finais'. Apesar do otimismo diplomático, o mandatário reforçou o tom de ameaça, alertando que o Irã deve agir de forma inteligente para evitar novos ataques e reiterando que o país não pode possuir armas nucleares. Trump mencionou que a marinha e a força aérea iranianas sofreram impactos severos devido a ações da Guarda Costeira dos EUA, reforçando sua retórica de que a influência americana foi restaurada globalmente. Recentemente, uma nova proposta de paz mediada pelo Catar e pelo Paquistão surgiu como alternativa para estabelecer um cessar-fogo e retomar discussões sobre o programa nuclear iraniano. Contudo, a estratégia gerou tensões diplomáticas, culminando em um telefonema difícil entre Trump e o premiê israelense, Benjamin Netanyahu, na noite de terça-feira. Enquanto o governo americano defende o processo diplomático, Netanyahu criticou duramente os termos do pacto, mantendo a posição de que a guerra deve continuar para degradar a infraestrutura militar iraniana. Internamente, o governo enfrenta um cenário complexo, com o Senado avançando em um projeto de lei que busca forçar a retirada das tropas do conflito, pressionando a administração em um momento de queda na popularidade de Trump. O Irã, por sua vez, mantém exigências rígidas, incluindo o fim das sanções e a retirada de forças israelenses do Líbano. O mercado financeiro segue reagindo com volatilidade; embora os preços do petróleo tenham registrado oscilações, analistas do Citi e da Wood Mackenzie alertam que o risco de alta persiste, especialmente diante da possibilidade de interrupções no fornecimento global pelo Estreito de Ormuz.
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