Irã e Estados Unidos iniciaram uma nova rodada de negociações indiretas no Paquistão, com o objetivo de buscar um acordo de paz e resolver as tensões crescentes. O chanceler iraniano, Abbas Aragchi, entregou as exigências de paz do Irã ao Paquistão, que atua como mediador, e expressou ressalvas sobre as posições dos EUA. A delegação iraniana, no entanto, deixou as negociações antes da chegada da comitiva americana. Apesar da presença de representantes de ambos os países em Islamabad, incluindo os americanos Steve Witkoff e Jared Kushner, o Irã mantém sua recusa em ter contato direto com a delegação dos EUA, optando pela mediação paquistanesa.
Embora o presidente Donald Trump tenha expressado otimismo e a Casa Branca tenha mencionado 'avanços' nas conversas, o governo americano mantém cautela em privado. As negociações ocorrem em um clima hostil, com divergências persistentes sobre questões como o bloqueio naval dos EUA, o controle do estratégico Estreito de Ormuz, o estoque de urânio iraniano e o apoio a milícias aliadas do Irã. O Estreito de Ormuz, vital para o transporte global de petróleo e gás, continua paralisado devido ao bloqueio, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, ressaltou a importância de sua reabertura para a estabilidade do mercado global. O conflito já causou milhares de mortes e abalou os mercados globais.
Folha de São Paulo - Mundo • 25 abr, 12:22
Bloomberg - Markets • 25 abr, 09:54
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