A China negou veementemente a acusação do presidente dos EUA, Donald Trump, de que um navio de carga iraniano interceptado pelas forças americanas seria um "presente da China". O Ministério das Relações Exteriores chinês declarou que se opõe a acusações sem base factual e que as relações comerciais internacionais normais não devem ser perturbadas. A controvérsia surgiu após a interceptação do navio iraniano Touska, que tentava escapar do bloqueio de portos iranianos.
O Irã, por sua vez, afirmou que o navio vinha da China e classificou a ação dos EUA como "pirataria armada", prometendo retaliação. Fontes de segurança marítima indicam que o navio provavelmente continha itens de uso duplo que poderiam ser utilizados pelos militares, adicionando complexidade ao incidente que envolve as relações entre Estados Unidos, China e Irã.
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