Os EUA escoltaram navios mercantes pelo Estreito de Ormuz, enquanto o Irã alega ter impedido a entrada de embarcações americanas e ameaça ataques, negando envolvimento em incidentes com navios de carga.

O Estreito de Ormuz, rota marítima crucial para o transporte de petróleo, tornou-se palco de crescentes tensões. As Forças Armadas dos EUA escoltaram os primeiros navios mercantes norte-americanos pela região, após o presidente Donald Trump anunciar uma operação militar. Paralelamente, o Irã alega ter impedido a entrada de navios de guerra dos EUA em Ormuz e disparado tiros de advertência, embora um alto funcionário do governo Trump tenha negado que qualquer embarcação americana tenha sido atingida ou atacada.
Agências iranianas, como a Fars e Tasnim, reportaram que mísseis atingiram um navio de guerra dos EUA ou que houve disparos contra embarcações americanas, informações que foram desmentidas pelo Exército dos EUA. O Irã também negou veementemente qualquer envolvimento em ataques a dois navios de carga na mesma região, afirmando que uma das embarcações foi apenas parada para uma verificação de documentos de rotina. Os Emirados Árabes Unidos, por sua vez, informaram que um petroleiro de sua estatal ADNOC foi atacado no Estreito de Ormuz.
As tensões se intensificaram com a divulgação de um novo mapa pelo Irã, delimitando áreas sob controle militar iraniano no Estreito de Ormuz, um dia após o anúncio da operação de escolta dos EUA. O Exército iraniano ameaçou atacar qualquer navio militar dos EUA que se aproximar da região, reiterando seu controle total sobre o estreito. O Irã mantém o Estreito de Ormuz fechado desde fevereiro devido à guerra contra EUA e Israel, com os EUA implementando seu próprio bloqueio desde abril.
G1 Mundo • 4 mai, 09:25
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