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Lula diz que levará jabuticaba e maracujá para 'acalmar' Trump e Xi Jinping

O presidente Lula afirmou que pretende presentear Donald Trump e Xi Jinping com frutas brasileiras, como jabuticaba e maracujá, para 'acalmar' os líderes em meio a tensões diplomáticas e bilaterais.

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Foto: InfoMoney
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23/04 às 11:04 · atualizado há 2m

Pontos principais

  • Lula declarou que levará jabuticaba e maracujá para Donald Trump e um pé de jabuticaba para Xi Jinping com o objetivo de 'acalmar' os presidentes.
  • A declaração foi feita em um contexto de tensões nas relações entre Brasil e Estados Unidos, e também com a China.
  • As tensões com os EUA incluem o retorno de um delegado da PF do governo americano e a prisão e liberação de Alexandre Ramagem nos EUA.
  • Lula e Trump têm demonstrado divergências públicas sobre o conflito no Oriente Médio.
  • O presidente fez o comentário durante a Feira Brasil na Mesa, da Embrapa, em Planaltina, onde também ironizou Trump e defendeu a reforma do Conselho de Segurança da ONU.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende presentear Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, e Xi Jinping, presidente da China, com frutas brasileiras, como jabuticaba e maracujá, sugerindo que elas podem ajudar a 'acalmar' os líderes em meio a tensões diplomáticas. A declaração foi feita durante a Feira Brasil na Mesa, evento da Embrapa em Planaltina, após a agenda de Lula na Europa, onde discutia o plantio de frutas brasileiras em outros países.

A iniciativa ocorre em um período de tensões nas relações bilaterais entre Brasil e Estados Unidos, agravadas por incidentes como o retorno de um delegado da Polícia Federal que colaborava com o governo americano e a prisão e posterior liberação de Alexandre Ramagem nos EUA. Além disso, Lula e Trump têm demonstrado divergências públicas em relação ao conflito no Oriente Médio. Na ocasião, Lula também ironizou Trump, sugerindo que ele deveria receber o Prêmio Nobel da Paz para evitar guerras, e defendeu a alteração no estatuto do Conselho de Segurança da ONU para que a instituição possa atuar mais efetivamente na resolução de conflitos, ressaltando que o mundo vive a maior quantidade de conflitos simultâneos desde a Segunda Guerra Mundial.

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