O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, divulgou um vídeo de um ataque a um hospital iraniano ocorrido em 1º de março, o segundo dia da guerra contra os Estados Unidos e Israel. Pezeshkian cobrou a responsabilização pelos bombardeios que, segundo ele, também atingiram uma escola de meninas em Teerã, causando 168 mortes. Ele mencionou Neda Salimi, uma enfermeira que teria tentado salvar crianças durante o ataque ao hospital, e condenou os ataques a hospitais e escolas como violações humanitárias, afirmando que o Irã não se calará.
Nem os EUA nem Israel confirmam a responsabilidade pelos ataques citados pelo Irã. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, defendeu as ações das tropas americanas, negando que os EUA tenham atacado deliberadamente uma escola. A divulgação do vídeo e as acusações iranianas intensificam a retórica em meio ao conflito, levantando preocupações sobre a escalada e o impacto em civis.
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