Os EUA mantêm ataques contra o Irã pelo segundo dia consecutivo, enquanto Donald Trump pressiona por um acordo em meio à escalada militar.
O governo dos Estados Unidos intensificou sua ofensiva militar contra o Irã com uma nova onda de bombardeios autorizada pelo presidente Donald Trump, que se estendeu pelo segundo dia consecutivo. A escalada ocorre após a derrubada de um helicóptero Apache americano pelas forças iranianas, incidente que rompeu o frágil cessar-fogo mantido desde abril. Segundo o Comando Central dos EUA (CENTCOM), a operação visa atingir instalações estratégicas para pressionar Teerã, enquanto o secretário de Defesa, Pete Hegseth, reforça que os EUA estão preparados para novas ofensivas caso o Irã não retome a via diplomática.
Em resposta, o governo iraniano declarou estado de prontidão máxima e classificou a ação americana como uma agressão inaceitável, prometendo uma retaliação à altura. Apesar da pressão militar, o presidente Trump declarou que Teerã pagará o preço pelo impasse nas negociações, sinalizando que a estratégia de força busca forçar um novo acordo de paz. O cenário eleva o risco de um conflito regional mais amplo, enquanto a comunidade internacional observa com preocupação o agravamento das hostilidades, que colocam em xeque a viabilidade de uma solução diplomática para o conflito no Oriente Médio.
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