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Defesa de Bolsonaro pede ao STF autorização para cirurgia no ombro

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao STF autorização para que ele realize uma cirurgia no ombro direito, enquanto cumpre prisão domiciliar humanitária.

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Foto: InfoMoney
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21/04 às 23:01 · atualizado 22/04 às 16:08

Pontos principais

  • A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorização para cirurgia no ombro direito.
  • O procedimento visa reparar o manguito rotador e lesões associadas, sendo recomendado por um especialista devido a dor persistente e incapacidade funcional.
  • A cirurgia está agendada para 24 ou 25 de abril de 2026, e os advogados solicitam que a autorização cubra todas as etapas do tratamento.
  • Bolsonaro, de 71 anos, cumpre prisão domiciliar humanitária desde 27 de março, concedida por Moraes devido a sua saúde.
  • A autorização de Moraes é necessária por ele ser o relator da execução penal de Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão.

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro protocolou um pedido junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja autorizada uma cirurgia em seu ombro direito. O procedimento, que visa reparar o manguito rotador e lesões associadas, está agendado para os dias 24 ou 25 de abril de 2026 e foi recomendado por um especialista. Os advogados solicitaram que a autorização cubra todas as etapas do tratamento, desde o pré-operatório até a reabilitação, justificando a urgência pela natureza médica do caso.

Bolsonaro, de 71 anos, encontra-se em prisão domiciliar humanitária desde 27 de março, benefício concedido pelo ministro Alexandre de Moraes devido a seu estado de saúde. Relatórios médicos recentes apontam melhora geral após um quadro de pneumonia, mas um laudo ortopédico específico indica dores persistentes e incapacidade funcional no ombro, com uma lesão de alto grau no tendão do supraespinhal, necessitando de medicação diária. A cirurgia recomendada é por via artroscópica, um procedimento minimamente invasivo. A autorização de Moraes é necessária por ele ser o relator da execução penal de Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e três meses de prisão.

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