França e Coreia do Sul, representadas por seus presidentes Emmanuel Macron e Lee Jae-myeung, respectivamente, anunciaram uma colaboração para reabrir o Estreito de Ormuz. A decisão visa estabilizar a situação no Oriente Médio e mitigar as incertezas econômicas globais resultantes da guerra na região e do cerco de Teerã ao estreito. O anúncio foi feito durante uma cúpula em Seul, que ocorreu em um contexto de críticas do presidente dos EUA, Donald Trump, a aliados que, segundo ele, não apoiaram Washington e Israel no conflito contra o Irã.
Macron enfatizou que uma operação militar para reabrir o estreito não é uma opção realista. Além da cooperação estratégica, os líderes também assinaram acordos para expandir a colaboração em áreas como tecnologia, energia — incluindo nuclear e eólica offshore — e minerais críticos. Autoridades sul-coreanas mantêm contato com Washington e descartam a possibilidade de pagar taxas de trânsito ao Irã, enquanto Trump sugeriu que países dependentes do petróleo do estreito, como Coreia do Sul, Japão e China, deveriam tomar medidas para sua reabertura.
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