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Gilmar Mendes restabelece prisão preventiva de Monique Medeiros

O ministro Gilmar Mendes, do STF, reverteu a soltura de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, e restabeleceu sua prisão preventiva, citando risco à instrução processual e manobras da defesa.

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Foto: InfoMoney
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17/04 às 14:01 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • O ministro Gilmar Mendes, do STF, restabeleceu a prisão preventiva de Monique Medeiros, acusada pela morte do filho Henry Borel.
  • A decisão de Mendes reverteu a soltura de Monique pela Justiça do Rio, que havia ocorrido em 23 de março.
  • A justificativa para a prisão inclui a gravidade do delito, histórico de coação de testemunhas e risco à ordem pública e instrução processual.
  • Mendes considerou que o suposto excesso de prazo da prisão decorreu de manobras da defesa de um dos corréus.
  • A Procuradoria-Geral da República e o pai de Henry, Leniel Borel, defenderam o restabelecimento da prisão de Monique Medeiros.
  • O novo julgamento do caso Henry Borel está remarcado para 25 de maio.
  • Henry Borel morreu em 8 de março de 2021, apresentando múltiplas lesões indicativas de agressão e tortura.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu a prisão preventiva de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, que é acusada pela morte do filho. A decisão de Mendes reverteu a soltura de Monique, determinada pela Justiça do Rio em 23 de março, e atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República e a uma reclamação do pai de Henry, Leniel Borel.

Em sua decisão, o ministro justificou o restabelecimento da prisão pela gravidade do delito, o histórico de coação de testemunhas e o risco à ordem pública e à instrução processual. Mendes argumentou que o suposto excesso de prazo para a prisão decorreu de manobras da defesa de um dos corréus, consideradas atentatórias à dignidade da Justiça. O ministro também reforçou a necessidade de preservar a integridade física e moral de Monique Medeiros na prisão.

Monique Medeiros e o ex-namorado Dr. Jairinho são julgados pela morte de Henry Borel, ocorrida em 8 de março de 2021, quando o menino apresentava múltiplas lesões indicativas de agressão e tortura. O pai de Henry, Leniel Borel, criticou tanto Dr. Jairinho quanto Monique Medeiros pela morte do filho. O novo julgamento do caso está agendado para 25 de maio.

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