MP recorre para anular perdão judicial de Monique Medeiros
O Ministério Público do Rio de Janeiro contesta o perdão judicial concedido a Monique Medeiros, alegando falhas na formulação dos quesitos aos jurados.
Pontos principais
- O MP-RJ busca a anulação do julgamento, argumentando que a juíza confundiu os jurados ao alterar perguntas sobre a omissão da ré.
- Monique Medeiros foi condenada por tortura por omissão e recebeu perdão judicial pelo homicídio culposo de seu filho, Henry Borel.
- A defesa de Monique relata ameaças constantes contra a ré e seus familiares desde a decisão judicial.
- O ex-vereador Dr. Jairinho, condenado a mais de 43 anos por homicídio doloso e tortura, também planeja recorrer da sentença.
- Leniel Borel, pai da criança, contesta a fundamentação da sentença e busca a condenação por homicídio doloso.
O Ministério Público do Rio de Janeiro formalizou recurso para tentar reverter a decisão que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros no caso da morte de seu filho, Henry Borel. A promotoria sustenta que houve erro na formulação dos quesitos apresentados aos jurados, o que teria comprometido o resultado do julgamento. Monique, que foi condenada por tortura por omissão, não cumpriu pena pelo homicídio culposo, decisão que gerou forte reação de Leniel Borel, pai da criança, e da assistência de acusação. Enquanto o MP busca a anulação do júri, a defesa de Monique relata que a ré e seus familiares têm sofrido ameaças. Paralelamente, o ex-vereador Dr. Jairinho, condenado a mais de 43 anos de prisão, também prepara recurso, alegando que provas favoráveis à sua defesa foram desconsideradas pelo conselho de sentença.
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