PGR defende que soltura de Monique Medeiros foi indevida
A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu que a soltura de Monique Medeiros, ré no caso da morte de Henry Borel, foi indevida e violou decisões anteriores do STF, pedindo o restabelecimento da prisão preventiva.
Pontos principais
- A PGR argumentou que a soltura de Monique Medeiros violou decisões prévias do Supremo Tribunal Federal (STF).
- O subprocurador-geral da República, Antônio Edílio Teixeira, manifestou-se a favor do restabelecimento da prisão preventiva de Monique.
- A PGR justificou que a gravidade do caso, o risco ao processo e a possível coação de testemunhas justificam a manutenção da prisão.
- A defesa de Monique Medeiros foi considerada responsável por atrasos no processo, refutando a alegação de excesso de prazo injustificado.
- A manifestação da PGR corrobora uma reclamação de Leniel Borel, pai de Henry e assistente de acusação, que expressou satisfação com a decisão.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu que a soltura de Monique Medeiros, ré no caso da morte de seu filho Henry Borel, foi indevida e violou decisões anteriores do Supremo Tribunal Federal (STF). O subprocurador-geral da República, Antônio Edílio Teixeira, manifestou-se a favor do restabelecimento da prisão preventiva de Monique, argumentando que a decisão de primeira instância contrariou determinações do STF.
Segundo a PGR, não houve excesso de prazo injustificado no processo, sendo a própria defesa de Monique responsável por atrasos, inclusive o adiamento do julgamento após o abandono do plenário pelos advogados do corréu Jairo Souza Santos. A gravidade do caso, o risco ao processo e a possível coação de testemunhas justificam a manutenção da prisão preventiva. A manifestação da PGR corrobora uma reclamação de Leniel Borel, pai de Henry e assistente de acusação, que recorreu ao Supremo contra a soltura de Monique e expressou satisfação com a posição da Procuradoria.
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