A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu que a soltura de Monique Medeiros, ré no caso da morte de Henry Borel, foi indevida e violou decisões anteriores do STF, pedindo o restabelecimento da prisão preventiva.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu que a soltura de Monique Medeiros, ré no caso da morte de seu filho Henry Borel, foi indevida e violou decisões anteriores do Supremo Tribunal Federal (STF). O subprocurador-geral da República, Antônio Edílio Teixeira, manifestou-se a favor do restabelecimento da prisão preventiva de Monique, argumentando que a decisão de primeira instância contrariou determinações do STF.
Segundo a PGR, não houve excesso de prazo injustificado no processo, sendo a própria defesa de Monique responsável por atrasos. A gravidade do caso, o risco ao processo e a possível coação de testemunhas justificam a manutenção da prisão preventiva. O pai de Henry Borel recorreu ao Supremo contra a soltura de Monique, enquanto o julgamento do caso foi remarcado para maio após o abandono do plenário pelos advogados de Jairo Souza Santos.
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