Justiça nega prisão domiciliar a Monique Medeiros antes de júri
A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de prisão domiciliar para Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, às vésperas do julgamento do caso, marcado para 23 de março.
Pontos principais
- A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de prisão domiciliar para Monique Medeiros.
- O julgamento do caso Henry Borel está previsto para começar em 23 de março.
- Monique Medeiros e Jairinho serão julgados por homicídio triplamente qualificado, tortura, ameaça a testemunhas e tentativa de atrapalhar as investigações.
- Henry Borel, de 4 anos, morreu em 2021 devido a hemorragia interna e lesão grave no fígado, com 23 lesões no corpo.
- A defesa de Monique alegou que a prisão domiciliar a ajudaria a se preparar melhor para o júri, mas o juízo considerou que ela tem condições adequadas na prisão.
A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido de prisão domiciliar para Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, que é ré no caso da morte do filho. A decisão ocorre às vésperas do julgamento, agendado para iniciar em 23 de março. A defesa de Monique argumentou que a prisão domiciliar permitiria uma melhor preparação para o júri, mas o juízo considerou que ela possui condições adequadas na prisão.
Monique Medeiros e seu ex-companheiro, Jairinho, estão presos e serão julgados por homicídio triplamente qualificado, tortura, ameaça a testemunhas e tentativa de atrapalhar as investigações. Henry Borel, de 4 anos, morreu em 2021, e as investigações apontaram que a causa da morte foi hemorragia interna e lesão grave no fígado, com 23 lesões no corpo. As apurações indicaram que Jairinho torturava o menino e que Monique tinha conhecimento dos fatos.
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