O julgamento do Caso Henry Borel, que apura a morte do menino de 4 anos, foi adiado para 25 de maio após a defesa de Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, abandonar o plenário do 2º Tribunal do Júri. A defesa alegou falta de acesso a provas, o que levou à suspensão do processo. Consequentemente, Monique Medeiros, mãe de Henry e também ré no caso, foi solta por excesso de prazo, uma vez que sua defesa era contrária ao adiamento.
O caso, que teve início em 8 de março de 2021, envolve a morte de Henry Borel, cujo laudo do Instituto Médico Legal (IML) indicou 23 lesões decorrentes de ação violenta, descartando a hipótese de acidente doméstico. As investigações concluíram que Henry era vítima de torturas praticadas pelo padrasto, com conhecimento da mãe. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou Dr. Jairinho por homicídio qualificado, tortura e coação, e Monique por homicídio por omissão qualificado, tortura e coação. O pai de Henry, Leniel Borel, tem expressado seu desejo por condenação e justiça, criticando a demora no processo e a soltura de Monique.
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