O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, expressou sua oposição à desoneração da folha de pagamento. A proposta de desoneração tem sido discutida como uma medida para compensar o fim da escala de trabalho 6x1, um tema que está atualmente em debate no Congresso Nacional. Guimarães argumentou que políticas de desoneração, como as implementadas no governo Dilma, não foram eficazes e podem comprometer o equilíbrio federativo, desequilibrando o orçamento federal. Sua manifestação reflete a posição do governo Lula em relação a essa questão.
O ministro afirmou que o governo está aberto a negociações sobre a redução da jornada, incluindo um curto período de transição, mas enfatizou que o debate deve ocorrer no Congresso Nacional. Há um consenso no Congresso sobre a necessidade de acabar com a jornada de trabalho de seis dias, buscando dois dias de descanso semanal para o trabalhador. O governo pretende impulsionar essa discussão em maio, mês do trabalhador, e agendará reuniões com presidentes das casas legislativas para definir se a matéria avançará via PEC ou PL. Guimarães também criticou o pedido de vistas da oposição na CCJ da Câmara, atribuindo-o à falta de compromisso com a aprovação e mencionando Flávio Bolsonaro.
InfoMoney • 16 abr, 18:34
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