O ministro José Guimarães e o Ministério da Fazenda se opõem a um socorro do governo federal ao BRB, que enfrenta um rombo de R$ 12,2 bilhões e é investigado por irregularidades.

O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, manifestou forte oposição a qualquer socorro do governo federal ao Banco de Brasília (BRB). A declaração alinha-se à posição já expressa pelo Ministério da Fazenda, que também descartou a possibilidade de auxílio financeiro à instituição. O BRB, ligado ao governo do Distrito Federal, enfrenta um rombo estimado em R$ 12,2 bilhões, atribuído à aquisição de carteiras de crédito sem lastro do Banco Master.
Além do prejuízo financeiro, o BRB está sob investigação da Polícia Federal por operações financeiras irregulares que teriam beneficiado o Banco Master. As investigações já resultaram em prisões, incluindo a do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Guimarães enfatizou que a orientação do presidente Lula é de que os responsáveis pelos desvios sejam identificados, "doa a quem doer", reforçando a postura do governo de não intervir financeiramente na situação do banco.
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