Fazenda descarta intervenção federal ou socorro ao BRB
O Ministério da Fazenda reafirmou que não haverá intervenção federal ou socorro ao Banco de Brasília (BRB), considerando a situação responsabilidade do governo do DF.
Pontos principais
- Dario Durigan, ministro da Fazenda, afirmou que bancos públicos podem adquirir ativos do BRB.
- Durigan e Rogério Ceron, secretário-executivo da Fazenda, descartaram intervenção federal ou federalização do BRB.
- A situação do BRB é considerada de alçada do Banco Central e do governo do Distrito Federal.
- O Tesouro Nacional pode autorizar a cessão de operações para outros bancos para evitar prejuízos.
- A orientação do presidente Lula é que o problema do BRB seja conduzido pelo GDF.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o secretário-executivo da pasta, Rogério Ceron, reiteraram que o governo federal não tem intenção de intervir ou socorrer o Banco de Brasília (BRB). Durigan afirmou que bancos estatais como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil podem adquirir ativos do BRB, como carteiras e títulos, mas descartou qualquer intervenção federal ou federalização da instituição. Ambos enfatizaram que a responsabilidade pela situação do BRB é do Banco Central e do governo do Distrito Federal, com a orientação do presidente Lula de que o problema deve ser conduzido pelo GDF.
Ceron confirmou que não há discussões no governo federal sobre um socorro ao BRB, enquanto Durigan destacou que o Tesouro Nacional pode autorizar a cessão de operações para outros bancos a fim de evitar prejuízos, mas sem ajuda direta ao BRB ou ao Distrito Federal. A governadora do DF tem dialogado com o Ministério da Fazenda para apoio administrativo, mas a posição do governo federal permanece firme em não intervir na gestão do banco.
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