A Justiça do Rio de Janeiro rejeitou o pedido do PDT para voto secreto na eleição da presidência da Alerj, mantendo o formato aberto e frustrando aliados de Eduardo Paes.
A Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido do PDT para que a eleição à presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) ocorresse com voto secreto. A decisão do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) mantém o formato de votação aberta, frustrando os aliados de Eduardo Paes (PSD), que esperavam o voto secreto para gerar dissidências na base de Douglas Ruas (PL). A eleição está marcada para esta sexta-feira.
A desembargadora Suely Lopes Magalhães afirmou que a decisão sobre o formato da votação é de autonomia da Casa Legislativa, não cabendo interferência judicial. Com o voto aberto, o grupo de Paes, que inclui PSD, PT, PCdoB, PSB, PDT e MDB, além do PSOL, planeja boicotar a eleição ou obstruir os trabalhos. O PL e seus aliados já possuem maioria para eleger Douglas Ruas, que já havia vencido uma eleição anterior com voto aberto e apoio de 45 deputados.
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