Pesquisas apontam que o partido oposicionista Tisza pode vencer as eleições na Hungria, ameaçando os 16 anos de governo de Viktor Orbán e com implicações para a UE e a Rússia.
Os eleitores húngaros compareceram às urnas em número recorde para uma eleição que pode destituir o primeiro-ministro Viktor Orbán, no poder há 16 anos. A votação reflete a crescente insatisfação com a estagnação econômica e o aumento do custo de vida no país. Orbán, um nacionalista eurocético, tem sido um exemplo para movimentos como o MAGA de Donald Trump.
Duas pesquisas recentes indicam que o partido oposicionista Tisza, liderado por Peter Magyar, pode vencer as eleições, aparecendo com 55% a 57% de apoio, à frente do Fidesz de Orbán. Uma vitória do Tisza representaria uma derrota histórica para Orbán e poderia ter implicações significativas para a União Europeia e a Rússia, potencialmente mudando o papel da Hungria no bloco e abrindo caminho para um empréstimo de 90 bilhões de euros da UE para a Ucrânia, anteriormente bloqueado por Orbán.
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