Viktor Orbán tem uma trajetória política marcada por um retorno ao poder em 2010, após um período anterior como primeiro-ministro. Sob sua liderança, o partido Fidesz tem promovido uma agenda conservadora e nacionalista. Em 2026, antes das eleições de abril, Orbán intensificou sua campanha anti-UE, afirmando que a verdadeira ameaça à Hungria não é a Rússia, mas sim a União Europeia. Ele comparou a UE ao regime soviético que dominou a Hungria no século passado e descartou a visão de outros líderes europeus de que o presidente russo Vladimir Putin representa uma ameaça ao continente. Orbán argumentou que "aqueles que amam a liberdade não devem temer o Oriente, mas sim Bruxelas". Sua campanha para as eleições de 12 de abril de 2026 incluiu a premissa, não comprovada, de que a UE enviaria húngaros para lutar na Ucrânia caso o Fidesz perdesse o pleito.